O cidadão que precisa tirar ou transferir o título de eleitor para
votar nas eleições de outubro terá à sua disposição, nesta terça-feira
(1º de maio), feriado do Dia do Trabalhador, plantão nos 351 cartórios
eleitorais do Estado.
Em Belo Horizonte, a Central de Atendimento ao
Eleitor (Avenida do Contorno, 7.038, Lourdes) e os cartórios do Barreiro
(Rua Alcindo Viera, 67, Barreiro de Baixo) e de Venda Nova (Avenida
Doutor Álvaro Camargos, 2.480, Santa Mônica) funcionam das 8h às 17h.
Nos Pólos de Atendimento ao Eleitor dos outros quatro maiores
colégios eleitorais de Minas Gerais, a escala de plantão é a seguinte:
- Uberlândia – 8h às 18h (até 9 de maio)
- Contagem – no feriado e no fim de semana de 10h às 18h, e nos demais dias, até o dia 9 de maio, será de 8h às 18h;
- Juiz de Fora – 12 às 18h, e às quartas-feiras, de 10h às 16h (no dia 9 de maio o atendimento vai até as 17h);
- Betim – 12h às 18h (no feriado), nos outros dias 10h às 18h.
Nas demais unidades do interior, o atendimento ao público é de 12h às 18h no feriado.
(NR) Em Bocaiuva, o Cartório da 44ª Zona Eleitoral fica na rua Celestino José, 67, no Centro, próximo à Praça de Esportes. O telefone é (38) 3251-1166. Além de Bocaiuva, a 44ª Zona Eleitoral compreende os municípios de Olhos d'Água, Guaraciama, Engenheiro Navarro e Francisco Dumont.
Disque-eleitor
O eleitor também terá à disposição para tirar dúvidas o
Disque-Eleitor (3291-0004 ou 148), que neste feriado de primeiro de maio
atenderá de 8h às 18h. Haverá plantão nos cartórios eleitorais do
Estado, também, nos dias 5 e 6 de maio (sábado e domingo).
Documentos
Para tirar o título, o eleitor deve apresentar documento de
identidade com foto e comprovante de endereço (conta recente de luz,
água, telefone). Homens entre 18 e 45 anos devem apresentar também
comprovante de quitação do serviço militar. Para transferência de
domicílio eleitoral, exigem-se documento de identidade com foto,
comprovante de residência há no mínimo três meses no novo endereço e
título de eleitor, se ainda o possuir.
O prazo de alistamento eleitoral termina no dia 9 de maio. Os
eleitores com dificuldade de locomoção, como idosos e pessoas com
deficiência, também devem ficar atentos porque o dia 9 de maio também é o
prazo final para que eles peçam a transferência do título para uma
seção especial de fácil acesso. Em Minas, existem 2.260 seções de fácil
acesso.
Fonte: TRE-MG
30 abril, 2012
Controle social é a única receita para a CPI acontecer corretamente, afirma especialista
Nunca
antes na história desse país tantos casos de corrupção ganharam as
páginas da imprensa. Depois das inúmeras irregularidades em convênios
com entidades privadas sem fins lucrativos no ano passado, vieram à tona
denúncias que ligam o contraventor Carlinhos Cachoeira, preso na
Operação Monte Carlo da Polícia Federal, ao senador Demóstenes Torres,
aos governos de Goiás e Distrito Federal e, até mesmo, à União, por meio
da maior empreiteira de obras federais do país, a Delta Construções
S.A.
Confira a entrevista completa que o Contas Abertas realizou com o especialista.
Contas Abertas
(CA) - O senhor acredita que a CPI do caso Cachoeira poderá servir como
cortina de fumaça para abafar o julgamento do Mensalão?
Roberto Romano –
No mundo político todos os estratagemas são possíveis. Como disse o
soberano Francês, Luis XI: “Quem não sabe dissimular, não sabe
governar”. Todos os eventos políticos, principalmente os que prezam pela
moralidade da coisa pública, devem ser vistos com muita atenção pelos
cidadãos e pela imprensa. Atrás da nuvem existem objetivos não
confessados.
CA – O que será mais difícil nesta CPI?
Romano –
Será decifrar quais os objetivos de cada integrante da Comissão. Além
disso, entender os interesses de atores que não aparecem, como o
ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, José Dirceu e até mesmo membros
do Supremo Tribunal Federal, que além do julgamento do Mensalão,
possuem acesso aos dados secretos da Polícia Federal. Ainda precisamos
considerar os empresários que desejam o afastamento da Delta de obras e
licitações do governo federal. O mais difícil nas investigações será
falar de todos os elementos, atores e alvos em jogo nesta CPI e
desvendar seus reais interesses.
CA – Como será uma CPI onde as denúncias podem atingir tanto a oposição como a base governista?
Romano –
É exatamente por essa trama que a CPI do Cachoeira exige a máxima
atenção do público e da imprensa. Teremos que analisar o comportamento
dos integrantes da Comissão. O poder do relator e do presidente da CPI é
muito grande e o governo tem maioria esmagadora. Se a oposição, que
integra a Comissão de maneira reduzida, indicar documentos, por exemplo,
que possam apontar erros de aliados ou setores do governo e isso não
constar nos autos das investigações, a CPI perde a chance de ter bons
resultados e passa a ser mera dissimulação dos envolvidos.
CA – Sabe-se como
inicia uma CPI, mas nunca como acaba. Qual o principal motivo para tal
fato, na sua opinião? Onde que a legislação falha?
Romano –
O que acontece é que existem CPIs que contam com movimentos
organizados, que exigem a apuração com responsabilidade e pressionam por
punições. Foi o que aconteceu com a CPI que levou ao impeachment do
ex-presidente Fernando Collor. Naquele momento, havia o apoio, mesmo que
rachado, do PMDB e do PT a favor do impeachment. Além disso, a imprensa
e o movimento estudantil estavam mobilizados para que os resultados
aparecessem. As investigações que ocorreram depois, embora tivessem
importância, não envolveram outro ator tão emblemático e, por isso, não
chegaram a ter repercussão nacional.
CA – O senhor acredita que a sociedade possa se organizar novamente em favor de uma causa?
Romano –
Atualmente, parte da sociedade está se organizando e a prova disso são
os atos de contra a corrupção que aconteceram nos quatro cantos do país
no último sábado (21). Porém, as manifestações ainda acontecem em nível
muito menor do que na época de Collor. Se a sociedade conseguir se
mobilizar é provável que alcance resultados eficazes, assim como
aconteceu com a votação do Ficha Limpa. Porém, se houver um cochilo, se
deixar o controle social sobre a CPI fracassar, os atores e responsáveis
vão “sair para o abraço”.
CA – Na sua
visão, quais as consequências políticas da principal empreiteira do
maior programa do governo, o PAC, estar envolvida em escândalos por todo
o país?
Romano –
Há um erro que se repete há muito tempo nas Comissões Parlamentares do
Congresso Nacional. Sempre lidamos com os corrompidos e não com os
corruptores. O caso Delta, embora assuste pela dimensão dos negócios que
se mostraram ilícitos, não é novidade. A tradição de empreiteiras que
assumem o papel de “Estado” dentro do Estado é muito antiga. Desde
Getúlio Vargas, passando por Dutra e culminando nos governo JK e no
regime militar, a construção de rodovias e até cidade inteiras que
surgiram muito rapidamente permitiram o povoamento para o interior,
fruto da ação de empreiteiras. Por isso, esse “Know-how” e permeou para
outras empresas ao longo dos anos. Esse caso deveria ser visto na
dimensão histórica, da qual a Delta não foi a primeira e não será a
última.
CA – Quais mudanças políticas poderiam ajudar no bom encaminhamento de CPIs?
Romano –
A regulamentação do Lobby é elemento urgente e que está há muito tempo
nas gavetas do Congresso Nacional. O que são senadores e deputados, se
não, lobistas? Essa forma de lidar com o poder público, defendendo
interesses privados, prejudica e impede a concorrência entre as
empresas, fator fundamental no sistema capitalista. Os representantes do
povo precisam servir para aqueles que o elegeram, por isso estão no
Poder, mas não é o que acontece.
Existem lobbies
praticamente inconfessáveis, como é o caso do Demóstenes Torres com
Carlinhos Cachoeira. O parlamentar era considerado uma das principais
vozes da oposição, quando, na verdade era apenas lobista de Cachoeira.
Há um sociólogo que diz que se nós fizéssemos no Congresso como no
futebol, que cada time coloca o logotipo dos patrocinadores nos
uniformes, seria mais fácil identificar as prioridades e interesses.
CA – Quais mudanças a regulamentação do lobby traria?
Romano –
A partir da instituição do lobby, boa parte dos parlamentares iria
decidir se é lobista ou de fato governante e representante do povo, se é
legislador pró-governo ou oposição. O Legislativo precisa readquirir o
respeito da população, que o Executivo, nas figuras dos últimos
presidentes, conseguiu alcançar de forma histórica. Se quiser merecer o
respeito da população não pode ter representantes de interesses
privados. Agir como lobista prejudica outros investidores e outros
empresários, mas os verdadeiros prejudicados são os pagadores dos
maiores impostos do planeta: os brasileiros.
CA – Há uma
pressão social para que essa CPI não acabe em pizza. O senhor acredita
que o maior controle social pode evitar que a tradição da pizza se
repita?
Romano –
A pressão social transformada em controle social é a única receita para
que essa CPI aconteça da maneira correta. Caso contrário, a tendência é
que as denúncias caiam no esquecimento e que o Congresso finja que
realizou a CPI.
CA – A gama de
escândalos de corrupção que vem se alastrando desde o ano passado
enfraquece o governo ou demonstra mais atitude no combate de
irregularidades?
Romano –
Enfraquece o Estado brasileiro na totalidade. O prejuízo se dá em todos
os âmbitos e mostra, também, a fraqueza do governo em relação ao
combate à corrupção. A Controladoria Geral de União (CGU) faz excelente e
relevante trabalho neste sentido, mas, no caso da Delta, por exemplo,
não houve tempo, nem pessoal para cumprir o papel de fiscalização. A
empreiteira de Cavendish já poderia ter sido desvinculada de ações
governamentais desde o ano passado, quando já constavam notificações de
diversas irregularidades.
A CGU é uma instituição
pequena, com poucos funcionários. Apesar de bons resultados, ainda falha
em casos como esse. É necessário que se faça a instalação de
instituições similares em todos os níveis da administração pública para
acabar com essa supercentralização nas fiscalizações da Controladoria,
que já não dá conta de controlar tudo. É preciso ressaltar a
honorabilidade do ministro Jorge Hage que tem realizado trabalho imenso
no combate à corrupção. Em situações como essa, que abrange toda a
continentalidade do Brasil, é tarefa sobre-humana exigir tal competência
da CGU.
CA – Temos 139
projetos de lei que visam o maior combate à corrupção parados no
Congresso. O senhor acredita que há certa má vontade em relação ao tema?
Romano –
Com o devido respeito ao Poder Legislativo, não podemos pedir que a
raposa tome conta do galinheiro. Não podemos esperar que apenas os
congressistas editem leis contra o roubo dos nossos ovos de ouro. Essa é
a questão essencial da democracia: a prestação de contas e
responsabilização do agente público. Nesses casos, os maiores avanços
partem do Ministério Público, dos movimentos sociais e da imprensa, que,
nos últimos meses levaram à votação do Ficha Limpa. Mesmo assim, os
parlamentares não fizeram isso de bom grado e atenuaram a Lei com
vírgulas e travessões, além de terem atrasado a decisão em pelo menos
dois anos.
CA – Qual seria a melhor solução?
Romano –
Qualquer avanço para o combate à corrupção só pode vir de quem paga
impostos ou pelo Quarto Poder: a imprensa. Até o governo Collor, a
imprensa não dependia tanto de fitas gravadas pela Polícia Federal, mas
parte do jornalismo tornou-se preguiçoso. A nossa imprensa não pode
ficar presa aos alvos desconhecidos liberados pelas entidades
governamentais que também possuem vários interesses conflitantes. É
preciso que a imprensa tenha mais autonomia.
|
26 abril, 2012
Justiça declara perda de mandato do prefeito de Guaraciama
Decisão decorreu de atos de improbidade praticados pelo agente
político em seu primeiro mandato na prefeitura da cidade, entre 2001 e
2004
| Adevaldo Praes ainda pode recorrer da decisão |
As sanções, previstas na lei n.º 8.429/92, a chamada Lei de Improbidade Administrativa, decorreram da contratação ilegal de servidores durante o primeiro mandato do agente político como prefeito de Guaraciama, entre os anos de 2001 e 2004 - anos depois ele foi reeleito para cumprir o atual mandato. O MPMG constatou que houve a contratação temporária de 15 pessoas, sem a realização de concurso público, no período compreendido entre os três meses anteriores e três meses posteriores à realização do pleito eleitoral de outubro de 2004.
Improbidade
Do fato, o MPMG aponta duas ilegalidades. Primeiro, a contratação sem concurso público, com agravantes: os contratados ocuparam cargos que integravam permanentemente o quadro do funcionalismo municipal e por um significativo lapso temporal. "Inicialmente, eram celebrados contratos de trabalho com duração de 180 dias, de 135 dias, ou de seis meses. Ou seja, a rigor, de natureza temporária, transitória. Todavia, eles foram reiteradamente renovados, prolongando a prestação de serviço", explica o promotor de Justiça Danniel Librelon Pimenta, autor da ação.
Via de regra, a Constituição Federal estabelece a necessidade de concurso público para o ingresso no serviço público, constituindo uma das exceções a contratação temporária diante de um excepcional interesse público. "No caso dos autos, não são de caráter provisório, a toda evidência, as funções de professor, servente escolar, auxiliar de serviços gerais, agente administrativo e agente comunitário. O caráter permanente se reforça, ademais, pelo longo prazo de duração dos contratos", acrescenta Librelon.
Outra ilegalidade ressaltada pelo promotor de Justiça se deu em razão de as contratações terem sido efetuadas durante período eleitoral. Danniel Librelon explica que a Lei n.º 9.504 estabeleceu condutas vedadas a agentes políticos em campanhas eleitorais e, em seu artigo 73, vedou a contratação, nomeação ou admissão de servidores no período compreendido entre os três meses anteriores às eleições e a posse dos eleitos. "O requerido, em pleno período vedado, contratou mais de uma dezena de servidores para funções diversas, o que, obviamente, prejudicou a isonomia na disputa eleitoral, independentemente de não ter atingido êxito em sua candidatura", afirmou na ação.
O juiz de Direito Frederico Esteves Duarte Gonçalves considerou pertinente a argumentação apresentada pelo MPMG. Para o magistrado, ficou evidente que o então prefeito firmou contratos temporários, durante o seu mandato, "sem observar os preceitos legais, em clara violação aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência, postulados indissociáveis da Administração Pública".
A decisão, de 1ª instância, está sujeita a recurso.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério Público de Minas Gerais
07 dezembro, 2011
Grupo promove curso de Astronomia em Bocaiuva
Reportagem e fotos – JAIR BASTOS
Conhecida mundialmente por conta do Eclipse Solar de 1947, Bocaiuva sedia um curso de Astronomia para amadores. O projeto faz parte das ações de um grupo de voluntários apaixonados pela ciência e pela história espacial da cidade e que dará origem ao Clube Bocaiuvense de Astronomia.
![]() |
| Glaube Neimar e a professora Kátia aproveitam o céu limpo para observar a lua. |
O palestrante Glaube Neimar desenvolve trabalhos de divulgação de Astronomia em Curitiba-PR e quer trazer para a terra natal a experiência de formação de mais de 500 pessoas na Astronomia amadora. “Bocaiuva é conhecida como a capital espacial e precisamos resgatar essa história, compartilhando e multiplicando os conhecimentos”, diz o bocaiuvense. “O céu daqui é perfeito para as observações, com pouquíssima poluição luminosa, o que torna ainda mais favorável para a prática astronômica”, completa entusiasmado.
Para a professora de Física Kátia Guimarães, uma das voluntárias do projeto, é muito interessante a possibilidade da criação do Clube de Astronomia. “É o momento para instigar as pessoas para validar o nome da cidade que tem um potencial astronômico, conhecido em todo o mundo”, afirma. A professora destaca ainda as inúmeras possibilidades e oportunidades que podem surgir com a implantação do Clube e, posteriormente, de um observatório na cidade que abrigou cientistas de todo mundo para estudar o Eclipse Solar em maio de 1947.
ECLIPSE
Naquela época, Bocaiuva foi o local mais propício para observação do primeiro fenômeno deste tipo após a Segunda Guerra Mundial. Uma base foi montada na região conhecida como Extrema, na zona rural, a cerca 20 km do centro da cidade. Ali, telescópios e outros instrumentos de alta tecnologia foram montados para observar o evento cósmico e estudar o chamado “Efeito Einstein”.
Para a professora Kátia, tudo que aconteceu não pode se perder. “Este projeto é uma forma de valorizar o conhecimento e enriquecer a história”, conclui. O palestrante Neimar confirmar este pensamento. “Somos conhecidos fora de nossa cidade e é hora de conhecer e valorizar nossa própria história”, ressaltando que o conhecimento deve ser compartilhado.
CURSO
O curso começa hoje, quarta-feira, 7 de dezembro, a partir das 19 horas, no auditório da UNOPAR, em Bocaiuva. A previsão de duração é de uma semana. De acordo com os organizadores, qualquer pessoa que tenha interesse na área pode fazer o curso. As inscrições podem ser feitas na hora e será cobrada uma taxa de R$ 10 por participante. O dinheiro arrecadado será usado na compra de um telescópio para o Clube Bocaiuvense de Astronomia.
INFORMAÇÃO
O que: Curso de Astronomia Amadora
Onde: Auditório da UNOPAR Bocaiuva – Rua Lázaro José Souto – Esplanada
Quando: A partir de 7 de dezembro, às 19h. Carga horária: Cerca de 20 horas, com observações.
Como: As inscrições serão feitas no local. Qualquer pessoa com interesse em Astronomia amadora.
Quanto: R$ 10,00 por participante
Quem: Clube Bocaiuvense de Astronomia, prof. Glaube Neimar
Por que: Expandir os conhecimentos
Contatos: (38) 9957-4331 – Professora Kátia Guimarães
(41) 9600-6179 – Professor Glaube Neimar
(38) 9142-4590 / 9956-1083 – Jornalista Jair Bastos
07 junho, 2011
Semana da Comunicação marca ponto e aborda o tema esportivo na 9ª edição
Em parceria com Associação Mineira de Cronistas Esportivas (AMCE), os acadêmicos do 7º Período de Jornalismo das Faculdades Integradas do Norte de Minas (Funorte) promovem a 9ª Semana da Comunicação com o tema: A Cobertura esportiva e suas oportunidades, que acontecerá nos dias 7,8 e 9 de junho, no Auditório da Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene (Amams).
A Semana da Comunicação é um evento no qual, os estudantes e profissionais da comunicação têm a oportunidade de participar de palestras, debates e workshops envolvendo outros profissionais de renome. Este ano, a Semana coloca em pauta o crescimento do jornalismo esportivo e suas oportunidades de cobertura em um momento que este segmento se prepara para os próximos eventos esportivos mundiais que acontecerão no Brasil, como a Copa do Mundo em 2014, as Olimpíadas e Paraolimpíadas em 2016.
Outro fator importante é a ascensão do esporte em Montes Claros, através do vôlei e do futebol, além da cidade estar concorrendo para ser uma sub-sede da Copa do Mundo de 2014. Para viabilização da Semana, importantes parceiros colaboraram, entre eles: Prefeitura Municipal de Montes Claros, Cachaça do Pontal, Amams, Studio Photo Filme e da Rádio Estação Gerais de Bocaiuva. O evento contará com consagrados comentaristas esportivos da AMCE, entre eles o presidente Carlos Cruz.
Cada dia da Semana será dedicado a um meio de comunicação específico, sempre abordando o esporte como tema central. Também, durante a 9ª Semana, serão exibidos filmes nacionais sobre o esporte, entre eles Fora de Campo, do diretor Adirley Queirós e Extremo Sul, de Mônica Schmiedt e Sylvestre Campe.
Fonte: Divulgação - Assessoria de 9ª Semana da Comunicação -
A Semana da Comunicação é um evento no qual, os estudantes e profissionais da comunicação têm a oportunidade de participar de palestras, debates e workshops envolvendo outros profissionais de renome. Este ano, a Semana coloca em pauta o crescimento do jornalismo esportivo e suas oportunidades de cobertura em um momento que este segmento se prepara para os próximos eventos esportivos mundiais que acontecerão no Brasil, como a Copa do Mundo em 2014, as Olimpíadas e Paraolimpíadas em 2016.
Outro fator importante é a ascensão do esporte em Montes Claros, através do vôlei e do futebol, além da cidade estar concorrendo para ser uma sub-sede da Copa do Mundo de 2014. Para viabilização da Semana, importantes parceiros colaboraram, entre eles: Prefeitura Municipal de Montes Claros, Cachaça do Pontal, Amams, Studio Photo Filme e da Rádio Estação Gerais de Bocaiuva. O evento contará com consagrados comentaristas esportivos da AMCE, entre eles o presidente Carlos Cruz.
Cada dia da Semana será dedicado a um meio de comunicação específico, sempre abordando o esporte como tema central. Também, durante a 9ª Semana, serão exibidos filmes nacionais sobre o esporte, entre eles Fora de Campo, do diretor Adirley Queirós e Extremo Sul, de Mônica Schmiedt e Sylvestre Campe.
Fonte: Divulgação - Assessoria de 9ª Semana da Comunicação -
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